quinta-feira, fevereiro 11, 2010

Até a professora de português entrou na folia...rsrsrs


Carnaval do Brasil

Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A ala de baianas da GRES Portela no carnaval 2008, Rio de Janeiro.
O Carnaval do Brasil é a maior festa popular do país. A festa acontece durante quatro dias (que precedem a quarta-feira de cinzas). A quarta de cinzas tem este nome devido à queima dos ramos no Domingo de Ramos do ano anterior, cujas cinzas são usadas para benzer os fiéis no início da quaresma. O Carnavalprepara o início da quaresma, isto é, seu último dia precede a quarta-feira de cinzas (início da Quaresma).

Índice

 [esconder]

[editar]Origens brasileiras

Jogos durante o entrudo no Rio de Janeiro
Aquarela de Augustus Earle, c.1822
Em finais do século XVIII, o entrudo era praticado por todo o país, consistindo em brincadeiras e folguedos que variavam conforme os locais e os grupos sociais envolvidos. As primeiras tentativas de civilizar a festa carnavalesca brasileira foram através da importação dos bailes e dos passeios mascarados parisienses, colocando o Entrudo Popular sob forte controle policial. A partir do ano de 1830, uma série de proibições vai se suceder na tentativa, sempre infrutífera, de acabar com a festa grosseira.
Em finais do século XIX, toda uma série e grupos carnavalescos ocupam as ruas do Rio de Janeiro, servindo de modelo para as diferentes folias. Nessa época, esses grupos eram chamados indiscriminadamente de cordões, ranchos ou blocos. Em 1890,Chiquinha Gonzaga compôs a primeira música especificamente para o Carnaval, "Ô Abre Alas!". A música havia sido composta para o cordão Rosas de Ouro que desfilava pelas ruas do Rio de Janeiro durante o carnaval. Os foliões costumavam freqüentar os bailes fantasiados, usando máscaras e disfarces inspirados nos baile de máscaras parisienses. As fantasias mais tradicionais e usadas até hoje são as de Pierrot, Arlequim e Colombina, originárias da commedia dell'arte.
Atualmente, no Rio de Janeiro e em várias grandes e pequenas cidades, as escolas de samba fazem desfiles organizados, verdadeiras disputas para a eleição da melhor escola do ano segundo uma série de quesitos. Com o crescimento vertiginoso dessas agremiações o processo de criação se especializou gerando muitos empregos concentrados, principalmente, nos chamados barracões das escolas de samba.
O desfile mais tradicional acontece no Rio de Janeiro, na Passarela do Samba, Marquês de Sapucai, como é chamado o sambódromocarioca, primeiro a ser construído no Brasil. Outros desfiles importantes ocorrem em Uruguaiana, Porto Alegre,Florianópolis,Manaus e emVitória.
Recentemente o desfile das escolas de samba de São Paulo adquiriu relevância ao passar a ser transmitido pela Rede Globo para quase todo o país, pois no Rio Grande do Sul, a Rbs tv(RS), afiliada da tv Globo, desde 2008 transmite os desfiles do grupo especial de Porto Alegre,que ocorre em dois dias, sexta e sabado de carnaval, e Florianópoles que no sabado de carnaval e exibido pela Rbs tv(SC) os desfiles do gupo especial de Florianópoles.
Além dos desfiles das escolas de samba acontecem também os desfiles de blocos e bandas, grupo de pessoas que saem desfilando pelas ruas das cidades para se divertir, sem competição. Também existem os ébailes de carnaval, realizados em clubes, ou em áreas públicas abertas, com execução de músicas carnavalescas.
O carnaval de rua manteve suas tradições originais na região Nordeste do Brasil. Em cidades como Recife e Olinda, as pessoas saem as ruas durante o carnaval no ritmo do frevo e do maracatu.
Na cidade de Salvador, existem os trios elétricos, embalados por músicas dançantes de cantores e grupos típicos da região. Na cidade destacam-se também os blocos negros como o Olodum e o Ileyaê, além dos blocos de rua e do Afoxé Filhos de Gandhi.

[editar]Indústria do carnaval

Indústria do carnaval é o nome dado ao conjunto de atividades para produção de fantasias, adereços, materiais para os carros alegóricos. São na maioria empregos informais para milhares de costureiras.[carece de fontes]
São atividades que, segundo dados de 2006, movimenta anualmente cerca de 1 bilhão de real e gera mais de 300 mil empregos. Só asescolas de samba do grupo especial gastam cerca de 100 milhões de reais em matérias primas — sem contar salários e serviços — para pôr seu enredo na avenida.

[editar]Principais carnavais brasileiros

[editar]De escolas de samba

[editar]De rua

[editar]

sexta-feira, dezembro 04, 2009

MENSAGEM PARA REFLEXÃO

Professores há os milhares. Mas o professor é profissão, não é algo que se define por dentro, por amor. Educador, ao contrário, não é profissão, é VOCAÇÃO. E toda vocação nasce de um grande amor, de uma grande esperança.”.

MENSAGEM CHEIA DE SAUDADES...


  SAUDADES...SAUDADES...SAUDADES...


   PRIMEIRAMENTE AGRADEÇO AO NOSSO PAI CELESTIAL PELA FORÇA, GARRA , CORAGEM, DETERMINAÇÃO...


PELA SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO MAÍSA PELA CONFIANÇA DEPOSITADA EM MIM ...


A DIRETORA  DA ESCOLA JOVIANO DE AGUIAR DIONE MALAQUIAS , OBRIGADA  PELO APOIO E PELO ESPAÇO PARA ACONTECER NOSSOS ENCONTROS ... AH ! E PELO LANCHE MARAVILHOS...


A DIRETORA ALICE , PELO  LANCHE  GOSTOSO ...


PELO MEU MARIDO E FILHOS PELO INCENTIVO E COMPREENSÃO ...


MINHA COLEGA DE JORNADA A ELIZANGELA ( FORMADORA DE MATEMÁTICA ) OBRIGADA PELO INCENTIVO , PELOS MOMENTOS DE RISO E ACIMA DE TUDO PELA COMPANHEIRA SEMPRE PRESENTE...


 O GESTAR II? A EMOÇÃO É MAIS FORTE DO QUE AS PALAVRAS...NÃO CONSIGO COLOCAR O TUDO QUE O GESTAR II  REPRESENTOU , REPRESENTA E REPRESENTARÁ PARA MIM E MEUS ALUNOS.


O GRUPO DE FORMADORES ??????????? SE FOSSE FALAR DE CADA UM , TENHO CERTEZA QUE AS LÁGRIMAS IMPEDIRIAM...


A NOSSA COORDENADORA GUIANA? SEM COMENTÁRIOS... PERFEITA


A CIDADE , MONTES CLAROS? FICARÁ SAUDADES... AMEI...


O APRENDER , O CRESCER  E A EXPERIÊNCIA ?  100% APROVADO


MINHAS CURSISTAS? APRENDI  DEMAIS... OBRIGADA TAMBÉM PELA CONFIANÇA E SEGURANÇA QUE DEPOSITARAM EM MIM...


MEUS ALUNOS? OBRIGADA PELAS MARAVILHOSAS OFICINAS.




"TUDO QUE FAZEMOS COM AMOR  O RESULTADO SEMPRE SERÁ  BOM."

TP06 - UNIDADES 23 E 24...

OFICINA 12: Da produção de textos à literatura para adolescentes.





Nossa última oficina da TP6 aconteceu na E.E.Joviano de Aguiar às 17h do dia 03/12/2009 e teve início com a leitura e reflexão do texto “Reciclagem da Vida”. Cada cursista, apresentou seu ponto de vista sobre o texto e suas considerações sobre a vida e a carreira profissional. Esta troca de impressões é muito valiosa para o trabalho do Gestar II. Primeiro, precisamos conhecer a pessoa,para, num segundo momento conhecermos o profissional.



No primeiro momento, avaliamos o estudo da referida TP6 e entendemos ser de relevada importância o seu conteúdo devido ao fato da questão “Revisão e edição” de textos ser o nosso maior entrave. A TP esclareceu alguns pontos e as discussões com os cursistas na oficina abriram espaços para troca de experiências bem sucedidas, dificuldades encontradas e levantamento de questões que julgamos importantes. 
Cada cursista apresentou uma forma particular de lidar com a produção textual do aluno. Os relatos apontaram soluções para alguns casos: fragmentar o texto do aluno, com o seu consentimento, levá-lo a público e proceder a uma revisão coletiva surte efeito momentâneo, mas a longo prazo, não se percebe o resultado. Revisar o texto do aluno em sua carteira exige um desdobramento quase mágico, tendo em vista a quantidade de alunos em sala aguardando a sua vez.Nas turmas menores esta prática se torna inviável, pois a falta de maturidade e até de paciência, levam os alunos a
 uma inquietação constante.



Percebemos que há uma dúvida generalizada com relação à correção e revisão do texto, uma vez que não há técnicas nem metodologias que atendam à classe de maneira abrangente. O máximo que conseguimos fazer é revisar (com o aluno) o seu texto e de mais alguns. Ficam sempre textos importantes que mereceriam uma assistência maior e um método que fizesse com que o aluno apreendesse para o futuro, o que, muitas vezes não ocorre.



As estratégicas utilizadas para revisão e edição de textos em nossas escolas nem sempre são eficazes, pois nunca atendem à complexidade e diversidade das produções individuais dos alunos. Quando desenvolvemos uma atividade de produção coletiva, é mais fácil desenvolvermos um método de revisão porque os problemas parecem iguais. Quando se trata, porém, de textos individuais, o problema de um aluno pode não ser do outro. Essa revisão, portanto, leva tempo, e nem sempre o aluno apreende o conhecimento necessário para posteriormente produzir com mais qualidade. Esta revisão é muito mais paliativa e momentânea do que eficaz e duradoura. sem contar que é humanamente impossível atender a todos com o tempo escaso e o acúmulo de atividades nas nossas escolas.



A revisão textual é importante para o processo de letramento e contribui para que o aluno perceba os elementos de coesão e coerência possa fazer uso deles sempre que necessitar.



Como corrigir e revisar o texto do aluno? Como fazer deste mesmo aluno, um ser consciente desse processo? O que fazer para que ele tenha uma produção textual cada vez melhor estruturada e com menos problemas ortográficos e de coesão? Não temos fórmulas. Respostas, algumas. Tentativas, inúmeras. Umas vão dando certo ao longo do processo. Outras vão sendo descartadas à medida que novas ideologias vão aparecendo e se fortalecendo.



Ouvindo os cursistas do nosso município pude perceber esta angústia. Apesar de analisarem os textos dos alunos, quase sempre a revisão é feita por amostragem, o que não “resolve” problemas como ortografia, acentuação, concordância verbal e nominal e outros elementos estruturais importantes. Vemos no trabalho de análise, reflexão, pesquisa e prática diferenciada do Gestar II, em especial, nesta parte do programa, uma proposta para ser desenvolvida a longo prazo. Não dá para percebemos agora os resultados da forma como desejamos.



A realidade de nossas salas de aula ainda não possibilita uma revisão textual coerente e significativa tendo em vista a quantidade de alunos em sala e de textos que, normalmente são levados para casa para uma análise, prática que, talvez não alcance nossos reais objetivos no processo de revisão.



Marcar o texto do aluno ainda é prática de muitos professores, mas entendemos que esta atitude ainda não resolve os problemas existentes. Corrigir o texto e devolvê-lo ao aluno pode deixá-lo constrangido e com baixa auto-estima, além de deixar o problema estagnado. Para o professor talvez seja importante, pois ele percebe em que estágio de aprendizagem o aluno está para avaliar e tomar as devidas providências.



A revisão do texto, de acordo com depoimentos de nossos cursistas ainda é uma incógnita, pois cada um faz do jeito que acha melhor sem contudo, tornar o aluno mais crítico, mais leitor e mais preparado para futuras e bem elaboradas produções.



Foi uma discussão acirrada, exatamente pelo fato de ser polêmica enão estar fechada em seus conceitos e métodos.



Após esta reflexão, os cursistas apresentaram trabalhos realizados pelos alunos e pudemos perceber que, apesar de problemas na produção, o desenvolvimento dos alunos tem melhorado gradativamente.



Quando ao trabalho com literatura para adolescentes, fizemos alguns questionamentos. Ainda há a prática de determinar títulos a serem lidos pelos alunos e propostas de avaliação que vão desde fichas de leitura até questionários para serem cobrados m provas. Tudo ainda é válido, mas não podemos nos esquecer de que para despertar o gosto pela leitura, a escola precisa encontrar alternativas que desperte, nos adolescentes, a leitura pelo prazer.



A TP6 sugere (e muitos professores já fazem assim) que a leitura seja um momento de busca pela satisfação e prazer de ler. É claro que nem tudo na vida é prazeroso e a leitura pode ser torturante quando não é bem direcionada. Mas os professores têm buscando formas de tornar a prática de leitura de livros literários um momento diferente, criativo, prazeroso e que tenha efeitos questionadores e reflexivos. Apresentaram mais de 20 sugestões de obras e suas experiências em sala de aula, despertando nos colegas o desejo de ler. Entre as sugestões dadas, citaremos algumas: dividir o livro em capítulos de modo que cada equipe leia uma parte. No dia da apresentação, uma equipe completará a seqüência. Todos desejarão ouvir para saberem o desfecho do livro. Sugeriram ainda a apresentação do livro em forma de teatro. Deixar que os alunos escolham o livro que desejarem também foi uma experiência bem sucedida. A forma de “cobrar” esta leitura pode variar. É só deixar a criatividade funcionar.



O estudo da TP 6 foi muito rico e deu um suporte bastante significativo para a nossa prática de leitura, produção e revisão de textos. Por aqui findamos o trabalho com as TPS, mas com certeza continuaremos com a proposta do gestar II no ano que vem.Foi um aprendizado e uma experiência e tanto para mim e minhas cursistas...




OBS: Neste dia , infelizmente minha máquina pifou  logo na hora das fotos e foi impossível tirar fotos...( mas tudo bem , o importante é que aconteceu e foi muito gratificante essa unidade.)


terça-feira, dezembro 01, 2009

Apresentação dos trabalhos do gestar II em Montes Claros...


MENSAGEM PARA REFLEXÃO...



Professores há os milhares. Mas o professor é profissão, não é algo que se define por dentro, por amor. Educador, ao contrário, não é profissão, é VOCAÇÃO. E toda vocação nasce de um grande amor, de uma grande esperança.”.