sexta-feira, fevereiro 04, 2011

Dicas para escrever um bom texto...


10 dicas para escrever um texto

escreverEscrever um texto não é tarefa fácil mas também não é nenhum “bicho de sete cabeças”. Também não é verdade que algumas pessoas não conseguem e jamais conseguirão escrever bem. Claro que alguns têm talento e outros não, mas há técnicas e dicas que se bem aproveitadas não irão decepcionar. Você não vai virar nenhum Stanislaw Ponte Preta da noite para o dia, mas pode melhorar muito sua forma de escrever.
Infelizmente todo mundo (mesmo quem não escreve bem) sabe quando o texto que está lendo é uma porcaria, então vale a pena caprichar para que os outros tenham prazer em ler o que você escreveu.
Eu não tenho a solução mágica, mas algumas dicas que podem ajudar:
1 – Comece a ler
Se a gente aprende por experiência própria também pode aprender com a experiência alheia. Comece com um livro de poucas páginas e sobre algum assunto interessante. Procure entre os autores recomendados, não arrisque nos desconhecidos. Alguns deles, apesar de terem escrito um livro, podem escrever pior que você e o que se pretende é melhorar e não adquirir vícios que você não tinha antes. Machado de Assis, Jorge Amado, estão entre os nomes que eu recomendaria. Leia um capítulo por dia (ou por semana, dependendo do seu tempo disponível) e preste atenção ao uso das palavras, à forma que descrevem o ambiente e os personagens, como constroem as frases, etc.
2 – Faça um resumo
Antes de começar a escrever faça um resumo, tome notas, enumere os assuntos que deseja abordar. Se for uma redação, enumere prós e contras, trace um “esqueleto” do que será o seu texto. Dessa forma você já terá uma ideia de como abordar o assunto principal.
3 – Ordene o texto
Como bem já dizia minha professora no primário: texto tem que ter começo, meio e fim. Se ficar indo e voltando vai deixar seu leitor zonzo e sem entender nada. Faça uma introdução (explicando o assunto central), desenvolva usando os tópicos do seu resumo e depois finalize, com uma conclusão.
Muitos textos bons acabam se perdendo porque não têm um final, acabam assim meio que no vazio, deixando a impressão de que o autor parou no meio para atender o telefone e depois esqueceu de terminar.
4 – Não use palavras que não conhece
Não caia na tentação de usar uma palavra só porque “rima”, soa bem ou você ouviu e achou bonita. Não é assim que seu texto causará boa impressão. Melhor ficar no feijão-com-arroz bem organizado que desembocar em terreno desconhecido e falar besteira.
Também não use palavras se não sabe a ortografia correta. Não arrisque e em caso de dúvida consulte antes um dicionário.
5 – Capriche na gramática
Não adianta escrever um texto bacana e bem organizado se estiver cheio de erros de gramática e ortografia. A maioria dos leitores cultos já abandona a leitura no primeiro parágrafo porque é muito chato encontrar um erro a cada parágrafo.
Escritores que cometem muitos erros perdem credibilidade. Pensamos: “se não sabe nem escrever, será que – pelo menos – sabe do que está falando?”
Se você não sabe, procure no dicionário, não assassine o português.
6 – Evite o uso de gíria e linguagem coloquial
Nem sempre o que falamos é o que escrevemos. Quando conversamos costumamos abreviar certas palavras, usar “cadê” no lugar de “onde está”. Na hora de escrever devemos caprichar um pouco mais, porque muitas pessoas lerão o texto e nem todas têm o mesmo nível cultural. Podemos escolher com quem falamos mas nunca sabemos ao certo quem irá ler o que escrevemos.
Se você conversa só com as pessoas do seu grupo, pode usar a linguagem que todos usam, mas na hora de escrever lembre-se que não serão apenas essas pessoas que lerão, então o que fica bacana dentro de um grupo pode até nem ser entendido fora dele.
7 – Evite frases muito longas
Quanto mais longa a sua frase, maior será a chance de você se perder e esquecer de fechar aspas, completar um pensamento lógico, continuar depois da vírgula de onde parou. E também maior será a chance de seu leitor ficar confuso, não entender absolutamente nada e parar por aí.
Tente usar frases diretas e curtas, seja o mais claro possível e evite frases com 3 linhas ou mais porque além de confundir o leitor, seu texto torna-se cansativo.
8 – Seja coerente
Procure dar o mesmo tom ao seu texto do início ao fim. Se começou criticando um filme, não vá elogiar no final. Se começou dizendo que a peça foi uma maravilha não vá contar depois que não via a hora de acabar.
Claro que esses são exemplos extremos, mas mais de uma vez li um texto e ao final não saberia dizer se era contra ou a favor.
9 – Saia de cima do muro
Se for expressar algo contra, muna-se de argumentos lógicos. O mesmo se for a favor. Caso não seja contra nem a favor, muito antes pelo contrário, apresente argumentação contra e a favor e deixe que o leitor se decida.
Qualquer que seja o seu estilo (tomando partido ou sendo neutro) deixe isso claro já no início para não desapontar o leitor, que pode achar que lerá elogios rasgados ao seu cantor preferido e depois fica insatisfeito quando encontra um texto isento e distanciado de posicionamentos.
10 – Pouco é muito
Ao menos no início tenha em mente que quanto menos escrever, menos erros irá cometer. É bem melhor escrever um texto curto de 30 linhas que tenha coesão, seja claro e fácil de entender, do que escrever um montão de bobagens em 3 páginas e meia. Não vá com muita sede ao pote, vá acostumando-se e aventurando-se aos poucos.
E lembre-se: escrever – assim como dirigir, fazer tricô, nadar, jogar baralho, etc. – a gente aprende fazendo. A prática fará com que escreva cada vez melhor, portanto não desista na primeira tentativa frustrada. Escreva um pouco a cada dia, esteja sempre atento a novos assuntos e novas abordagens, procure combustível para seus textos em conversas, livros, televisão e tente aprender mais, sobretudo com seus erros.
Tenho certeza de que ainda lerei textos seus e pensarei: “Nossa, como essa pessoa escreve bem!”


atividade de interpretação

VIOLÊNCIA, TV E CRIANÇA:
O COMEÇO DE UMA NOVA ERA. SERÁ

Muita gente culpa os meios de comunicação por disseminar e incentivar, através de programas e notícias, a violência no mundo. A tevê então é a principal acusada deste malefício à sociedade.
Acontece que os meios de comunicação são considerados, por estas mesmas pessoas, como causa de alguma coisa e não reflexo e causa ao mesmo tempo, num processo interativo, como pessoalmente creio ocorrer. Quer dizer: a tevê não é a causa das coisas, das transformações, dos fatos. Não. Ela é veículo. É meio pelo qual as coisas, as transformações e os fatos chegam aos indivíduos.
Pois bem, é neste ponto que três temas passam a ser profundamente entrelaçados e discutidos, adquirindo a maior importância em qualquer sociedade: criança – violência e televisão.
As crianças, estas estão aí. No Brasil , sessenta por cento da população têm menos de vinte anos de idade, o que desde logo dá a devida magnitude do problema.
A violência também está aí mesmo. Com uma diferença: ao longo da história do mundo ela sempre esteve presente. Só que lá longe. Agora, graças aos meios de comunicação são as pessoas, em suas casas, as que estão presentes a ela. As gerações anteriores, para saber das guerras, ou as viam !idealizadas”, glamourizadas e heroicizadas no cinema, ou liam a respeito nos livros de história. Hoje, ninguém idealiza nada. Vê. Vê, via satélite. Não ouve falar dos horrores. Participa deles. Por outro lado, a violência aumenta em proporções assustadoras, tanto no resto do mundo como aqui bem perto, em cada esquina.
Pergunto eu: será só o incentivo à violência o resultado único desse processo de informação em escala mundial?
É preciso lembrar, por exemplo, que muito da campanha de opinião pública contra a guerra no Vietnã nos Estados Unidos deveu-se à cobertura instantânea da televisão. Nada é estático. O que divulga provoca também resistências. Hoje as pessoas deixaram de ter a violência como algo sempre distante, algo que “só acontece com os outros”. Todos estão ameaçados nesta bolota azul em que vivemos. Logo, repudiar a violência é tarefa comum.
Não é verdade, igualmente, que os meios de comunicação só disseminem a violência. Quem acompanha de boa-fé, assiste ao alerta diário destes meios contra todas as formas de violência e as ameaças de destruição tanto da terra quanto da espécie, no caso de persistirem as ameaças nucleares e as afrontas ecológicas.
Ninguém agüenta tensões prolongadas. A humanidade está podendo se ver a cada dia. Está podendo julgar e avaliar a que leva os seus desvarios. Está se conhecendo em seus máximos e em seus mínimos, em suas grandezas e em suas patologias, como nunca antes da televisão fora possível. Está secretando os anticorpos à violência e as atitudes necessárias a sua sobrevivência. Está consciente de que a ameaça é conjuntural. De que ou o homem se entende e redescobre o Direito estabelecendo seu primado, ou se aniquila: no macro do mundo ou no micro de cada comunidade.
E as crianças? Elas estão assistindo a tudo isso. Elas, por definição, são mais saudáveis, mais instintivas, mais purificadas. Ninguém vai lhes contar histórias sobre as guerras: elas as acompanharam. Sobre os atentados brutais: elas os vêem. E no segredo da sua psique, ainda plena dos instintos vitais, seguramente elaboram os mecanismos de defesa necessários à preservação da vida.
É analisando estes assuntos que me recordo de uma tese, estranha mas séria e digna de reflexão, de um amigo meu, médico, homem de idade, sabedoria e ciência. Diz ele que nunca como hoje a humanidade pôde conviver tão perto da loucura. Ela entra diariamente através dos noticiários, dos fatos e das imagens, enfim, da comunicação moderna. E acrescenta: só quando o ser humano aceitar conviver com seu lado louco ele começa a se aproximar da cura. Negar a loucura é tão louco quanto ela. Aceitá-la como dado desse eterno conflito em superação no caminho Absoluto que é o homem significa poder entrar em relação com a doença e só assim tratá-la, superá-la, dimensioná-la, aproveitar o fluxo de sua energia desordenada para a tarefa de reconstrução humana.
Desnecessário dizer que ele é psiquiatra. Como necessário é concluir o artigo dizendo: concordando ou não, sua tese merece reflexão. E perguntando com pavor: será mesmo necessário pagar um preço existencial tão alto para se ter esperança? Que ela venha com as crianças deste país que sei (por intuição) serão os pontais de uma civilização espiritualizada que há de emergir (já está começando) das cinzas da violência, se possível antes da generalização desta como única forma de resolver os conflitos e as diferenças entre os homens. Eros e Tanatos, sempre. Mas o amor é maior do que o ódio.

(Artur da Távola)


1) A idéia contida no primeiro parágrafo pode ser expressa também da seguinte forma:
( ) Apesar de não se aplicar à violência, os demais meios de comunicação divulgam e promovem a violência;
( ) Somente a televisão, entre os meios de comunicação, propaga e estimula a violência;
( ) É opinião do autor que principalmente a televisão noticia e difunde a violência;
( ) Segundo a opinião geral, a televisão, entre os meios de comunicação, é a grande responsável pela divulgação e estímulo à violência;
( ) Os meios de comunicação em geral, mais do que a televisão, prejudicam a sociedade, informando e expandindo a violência.

2) Por que, no Brasil, o problema da criança diante da violência veiculada pela televisão é mais grave que em outros países?

3) “A violência também está aí mesmo” (linha 14). A palavra sublinhada se refere:

( ) Ao Brasil; 
( ) À televisão;
( ) A todos os lugares;
( ) Aos noticiários;
( ) Às guerras atuais.

4) Segundo o autor, no quinto parágrafo, a violência sempre existiu. Explique, com suas palavras, a diferença de épocas passadas para os dias de hoje:

5) “Está secretando os anticorpos à violência” (linha 37) . Com a palavra sublinhada, o autor quer transmitir uma idéia de:
( ) Defesa;
( ) Ataque;
( ) Destruição;
( ) Correção;
( ) Conservação.

 

Planos de aula: mais dicas

Os OBJETIVOS englobam seis grandes áreas:
• Conhecimento – Conhecer, apontar, criar, identificar, descrever, classificar, definir, reconhecer e relatar no final, pois, se trata de RE.


• Compreensão – Compreender, concluir, demonstrar, determinar, diferenciar, discutir, deduzir, localizar, reafirmar no final por causa do RE.

• Aplicação – Aplicar, desenvolver, empregar, estruturar, operar, organizar, praticar, selecionar, traçar. Não tem RE.

• Análise – Analisar, comparar, criticar, debater, diferenciar, discriminar, investigar, provar. Não tem RE.

• Síntese – Sintetizar, compor, construir, documentar, especificar, esquematizar, formular, propor, reunir, voltar. Não tem RE.

• Avaliação – Avaliar, argumentar, contratar, decidir, escolher, estimar, julgar, medir, selecionar. Não tem RE.

Todo OBJETIVO tem que ter um verbo do CONHECIMENTO e outro da AVALIAÇÃO. Objetivo não se repete verbo, mais ou menos cinco COMPETÊNCIAS – Tem que ter verbos da COMPREENSÃO e da APLICAÇÃO, mais ou menos três.

CONTEÚDO PROGRAMÁTICO OU EIXO TEMÁTICO – CONTEÚDO PROGRAMÁTICO quando for sobre a apostila/livro na sua totalidade e- EIXO TEMÁTICO quando for somente de uma parte/capítulo.METODOLOGIA – Aula expositiva dialógica -Vice-Versa -, exposição via televisão ou via televisão/DVD de filme, documentário, clipe e etc. Exposição de transparências via retro projetor, elaboração de fichamentos, resumos de textos pré-selecionados, mapeamentos, resolução de exercícios, aplicação de mini aulas, utilização de recursos instrucionais (giz, quadro, apostila, TV, dvd).

AÇÃO DIDÁTICA – Separada por momentos, descreve de maneira breve o que vai ser trabalhado em sala de aula, só pode ter verbos terminados em MENTO e AÇÃO, mais ou menos três.Exemplo:Primeiro MomentoSegundo MomentoTerceiro MomentoHABILIDADES – É o que o aluno deverá desenvolver/adquirir durante as aulas, usando os verbos no substantivo, terminado em MENTO ou AÇÃO.

AVALIAÇÃO – Forma com que o aluno será avaliado pelo professor. Pode usar verbos sem o R, como por exemplo: CANTAR – CANTA, mais ou menos três.BIBLIOGRAFIA - Apostila ou livro onde se teve o embasamento para a aula.(O RE significa tudo que vai reafirmar, por exemplo, se a palavra a ser usada é "Organizar" e se por acaso vc for usar "REorganizar", aí esta palavra começada com RE tem que obrigatoriamente ver fechando o plano ou o itém do plano. Igual o "REafirmar".

 

Aprenda a Fazer um Plano de Aula

1 - ESQUEÇA A BUROCRACIA. 

Invente planos de aulas que sejam úteis e que sejam fáceis de mexer. 

2 - CONHEÇA BEM DE PERTO O SEU ALUNO.

Pergunte-se sempre: “O que meu aluno deve e pode aprender?”, planeje a aula de forma fácil e objetiva.

3 - SE NECESSÁRIO, FAÇA UM PLANO DE AULA PARA CADA TURMA.

O planejamento deve ser sempre alterado, de acordo com as necessidades da turma.

4 - ESTUDE PARA ENSINAR BEM.

Uma pessoa só pode ensinar aquilo que sabe, porém é preciso, também, saber como ensinar.

5 - COLOQUE-SE NO LUGAR DO ESTUDANTE.

Você deve saber se os temas trabalhados em sala são importantes do ponto de vista do aluno.

6 - DEFINA O QUE É MAIS IMPORTANTE.

Os critérios para estabelecer o que é mais importante ensinar devem ser as necessidades dos alunos.

7 - PESQUISE EM VÁRIAS FONTES.

To
da aula requer material de apoio. Busque informações em livros, em revistas, na Internet e etc.

8 - USE DIFERENTES MÉTODOS DE TRABALHO.

Métodos como: aulas expositivas, atividades em grupo e pesquisas são excelentes aliados!

9 - CONVERSE E PEÇA AJUDA.

Converse com os colegas! Aproveite as reuniões!

10 - ESCREVA, ESCREVA, ESCREVA.

Compre um caderno e anote, no fim do dia, tudo o que você fez em classe. Esta é uma forma de você analisar o que está ou não dando certo em seu trabalho!

Fonte: Terra

coesão e coerência textuais

ASSUNTO: Coesão e coerência textuais.
ATIVIDADE: Corrija a notícia abaixo, eliminando as redundâncias e os absurdos. Reescreva e entregue o texto correto.

O DRAMA TRÁGICO DO TREM
Vinte pessoas morreram ontem, às 2
0:00 horas, tragicamente, em um sensacional, espetacular e belíssimo desastre, ocorrido em limites dentro da cidade de São Paulo, quando dois trens se chocaram fantasmagoricamente, na estação ferroviária local, em virtude de lamentável falha do descuidado guarda-chaves. Um dos passageiros foi completamente decapitado e sua cabeça, ao separar-se do corpo, provocou-lhe morte instantânea. Várias das infelizes vítimas foram transportadas para nosocômios. A primeira de todas a ser submetida a uma melindrosa intervenção cirúrgica foi a Ex.ma Sr.a D. Felisberta Silva, digníssima e virtuosa dama da nossa sociedade, a quem, nesta hora, das mais trágicas e horripilantes, rendemos os tributos de nosso maior respeito. O distintíssimo e delicado, além de eficiente, diretor da Fepasa, o Ex.mo Sr. Dr. Engenheiro M. A. Pedroso, disse que nos planos futuros da eficiente empresa está a adoção de equipamento automático, para que desastres assim não se repitam outras vezes.

Escola é...


Escola é...
... o lugar que se faz amigos.
Não se trata só de prédios, salas, quadros,
Programas, horários, conceitos...
Escola é sobretudo, gente
Gente que trabalha, que estuda
Que alegra, se conhece, se estima.

O Diretor é gente,
O coordenador é gente,
O professor é gente,
O aluno é gente,
Cada funcionário é gente.

E a escola será cada vez melhor
Na medida em que cada um se comporte
Como colega, amigo, irmão.

Nada de "ilha cercada de gente por todos os lados"
Nada de conviver com as pessoas e depois,
Descobrir que não tem amizade a ninguém.
Nada de ser como tijolo que forma a parede,
Indiferente, frio, só.

Importante na escola não é só estudar, não é só trabalhar,
É também criar laços de amizade,
É criar ambiente de camaradagem,
É conviver, é se "amarrar nela"!

Ora é lógico...

Numa escola assim vai ser fácil !
Estudar, trabalhar, crescer,
Fazer amigos, educar-se, ser feliz.

É por aqui que podemos começar a melhorar o mundo.
Paulo Freire

Direitos , deveres e proibições do aluno...



DIREITOS DO ALUNO                                                                                                                         
                                                                                                                                                                                  
- Pedir orientação a professora, diretora e funcionários.
- Receber orientação
- Utilizar corretamente as dependências da escola.
- Saber o seu rendimento escolar por boletim.
- Manter amizade com professores, colegas e funcionários.
- Ser tratado com dignidade  e respeito(justiça  igualdade sem discriminação)
- Participar das aulas.
- Dialogar e solicitar explicação do professor nas horas de dificuldades.
- usar corretamente as dependências da escola ( biblioteca, cantina,secretaria)
-Ser avaliado com justiça
- Participar   das atividades promovidas pela escola(jogos, gincanas,festividades...)
- Contestar e recorrer ao órgão quando se julgar injustiçado.

DEVERES DO ALUNO
                                                           
- Cumprir as determinações dos professores e funcionários
- Ser pontual
- Participar de todas as atividades programadas.
- Cooperar com a limpeza e higiene do estabelecimento escolar.
- Assistir as aulas vestido adequadamente ( de forma apresentável, com higiene pessoal)
- Ter  bom relacionamento com colegas, professores e funcionários.
- Cuidar do material escolar (livros didáticos , livros da biblioteca, cartazes expostos...)
- Entrar na sala de aula antes do professor;
- Entregar documentos exigidos pela escola, dentro do prazo estipulado(carteira de identidade, transferências)
- Fazer avaliação que perdeu ( por justa causa.)
- Entregar trabalho no dia marcado pelo professor;
- Reparar  danos materiais;
- Pedir  licença antes de falar.
- Falar com tom de voz adequado;
- Saber perder.
- Ser responsável;
- Ser educado e bom para todos;
- Demonstrar   interesse por aprender;
- Fazer os trabalhos com capricho(letra , asseio, nome, série, turma)etc.
- Aproveitar as oportunidades de melhorar seu conhecimento;
- Se possível avisar quando vai faltar, justificando-se.       

PROIBIÇÕES

- Sair da escola durante o horário de aula(apenas com permissão  dos pais ou responsáveis, mediante aprovação da direção e ou supervisor)
- Sair  da sala durante a troca de professor;                                  
- Apresentar-se sem o uniforme escolar sem uma o uniforme escolar sem uma justificativa convincente;
- Ficar em local não permitido ao aluno;
- Ficar nas portas de outras salas durante o horário de aula;
- Cometer injúrias e calúnias contra colegas, professores e funcionários;
- Praticar  atos de violência;
- Dizer palavras de baixo calão;
- Fazer ameaças;
- Formar grupos e promover algazarras nos corredores, pátios e mediações da escola;
- Trazer para a escola materiais estranhos estilete, gilete, canivete, objetos pontiagudos, explosivos;
- Danificar carteiras, paredes, livros, revistas.
- Não pegar material do colega sem permissão.

















Primeiro dia de aula...Dinâmica...


Primeiro dia de aula

As férias estão chegando ao fim, em alguns locais os alunos já retornaram aos bancos da escola. Além do material escolar novinho em folha, você pode renovar muita coisa em sua vida escolar para obter um rendimento muito melhor. Sei que já não é mais ano novo mas algumas propostas precisam ser consideradas:
Atenção - prestar atenção à explicação do professor é o primeiro passo para o aprendizado. Se você presta atenção e não fica se distraindo com conversas paralelas ou brincadeiras pueris, metade do caminho já está andado, muitos alunos que prestam atenção à aula depois nem precisam estudar para a prova, basta dar uma lida para recordar um dia antes, e pronto! Conseguem uma boa nota sem ter que varar a noite acordados.
Anotações - é muito bom ir anotando os pontos principais da explicação do professor, uma espécie de resumo. Em casa, passe a limpo acrescentando o que se lembra da explicação. Na véspera da prova essas anotações podem ajudá-lo muito. Quando minha filha fazia curso de Direito fazia isso, já no terceiro ou quarto ano antes das provas havia uma verdadeira romaria de colegas de classe dela (inclusive que moravam em outras cidades) em nossa casa, para tirar xerox das anotações dela.
Dúvidas – as dúvidas devem ser esclarecidas na hora, quando não entender alguma coisa, não pense duas vezes, levante a mão e pergunte. Não fique com medo de ser taxado de burro, afinal de contas burro é quem frequenta a escola e perde o tempo porque não está nem aí. E o que importa a opinião dos outros? Você está estudando para garantir seu futuro profissional, quando tiver um bom emprego e uma ótima carreira, a última coisa de que irá se lembrar é da ‘turma do fundão’, que frequentava a aula só para brincar e tirar onda com quem fazia perguntas.
Lição de casa - fazer a lição de casa assim que o professor a pedir é uma forma de não deixar que acumulem. Se você deixa para o ultimo dia pode acabar esquecendo a matéria, ou ainda esquecer de fazer a lição. Ou pode ser que outros professores já tenham pedido outras lições que coincidam no mesmo dia. Faça no dia em que o professor a pedir, assim você se lembrará de tudo o que ele disse em classe e fixará a matéria muito melhor.
Trabalho em grupo – se o trabalho é em grupo é porque exige a participação de todos. Quem se acha ‘esperto’ porque não faz nada e se escora nos outros, na verdade está perdendo a oportunidade de aprender. Na hora da avaliação final, quem participou vai saber, quem ficou ausente em espírito vai ‘boiar’.
Mudando essas atitudes você assegura um bom aprendizado e quando menos esperar o ano letivo terminou, você foi aprovado e nem teve que se esforçar muito. E é assim que tem que ser, você não precisa ficar desesperado varando noites para estudar. E o que se ‘aprende’ dessa forma mais cedo ou mais tarde acaba esquecendo. Comece o ano com o pé direito!
(Se você é professor, acesse o blog Questão de Classe, com dicas para sua apresentação no primeiro dia de aula, Dinâmicas e brincadeiras para a primeira semana de aula e muito mais…)

A importancia da leitura...


Interpretação de textos

Para ler e entender um texto é preciso atingir dois níveis de leitura:
Informativa e de reconhecimento;
Interpretativa.
A primeira deve ser feita cuidadosamente por ser o primeiro contato com o texto, extraindo-se informações e se preparando para a leitura interpretativa. Durante a interpretação grife palavras-chave, passagens importantes; tente ligar uma palavra à idéia-central de cada parágrafo.
A última fase de interpretação concentra-se nas perguntas e opções de respostas. Marque palavras com NÃO, EXCETO, RESPECTIVAMENTE, etc, pois fazem diferença na escolha adequada.
Retorne ao texto mesmo que pareça ser perda de tempo. Leia a frase anterior e posterior para ter idéia do sentido global proposto pelo autor.
ORGANIZAÇÃO DO TEXTO E IDÉIA CENTRAL
Um texto para ser compreendido deve apresentar idéias seletas e organizadas, através dos parágrafos que é composto pela idéia central, argumentação e/ou desenvolvimento e a conclusão do texto.
Podemos desenvolver um parágrafo de várias formas:
Declaração inicial;
Definição;
Divisão;
Alusão histórica.
Serve para dividir o texto em pontos menores, tendo em vista os diversos enfoques. Convencionalmente, o parágrafo é indicado através da mudança de linha e um espaçamento da margem esquerda.
Uma das partes bem distintas do parágrafo é o tópico frasal, ou seja, a idéia central extraída de maneira clara e resumida.
Atentando-se para a idéia principal de cada parágrafo, asseguramos um caminho que nos levará à compreensão do texto.
OS TIPOS DE TEXTO
Basicamente existem três tipos de texto:
Texto narrativo;
Texto descritivo;
Texto dissertativo.
Cada um desses textos possui características próprias de construção.
DESCRIÇÃO
Descrever é explicar com palavras o que se viu e se observou. A descrição é estática, sem movimento, desprovida de ação. Na descrição o ser, o objeto ou ambiente são importantes, ocupando lugar de destaque na frase o substantivo e o adjetivo.
O emissor capta e transmite a realidade através de seus sentidos, fazendo uso de recursos lingüísticos, tal que o receptor a identifique. A caracterização é indispensável, por isso existe uma grande quantidade de adjetivos no texto.
Há duas descrições:
Descrição denotativa
Descrição conotativa.
DESCRIÇÃO DENOTATIVA
Quando a linguagem representativa do objeto é objetiva, direta sem metáforas ou outras figuras literárias, chamamos de descrição denotativa. Na descrição denotativa as palavras são utilizadas no seu sentido real, único de acordo com a definição do dicionário.
Exemplo:
Saímos do campus universitário às 14 horas com destino ao agreste pernambucano. À esquerda fica a reitoria e alguns pontos comerciais. À direita o término da construção de um novo centro tecnológico. Seguiremos pela BR-232 onde encontraremos várias formas de relevo e vegetação.
No início da viagem observamos uma típica agricultura de subsistência bem à margem da BR-232. Isso provavelmente facilitará o transporte desse cultivo a um grande centro de distribuição de alimentos a CEAGEPE.
DESCRIÇÃO CONOTATIVA
Em tal descrição as palavras são tomadas em sentido figurado, ricas em polivalência.
Exemplo:
João estava tão gordo que as pernas da cadeira estavam bambas do peso que carregava. Era notório o sofrimento daquele pobre objeto.
Hoje o sol amanheceu sorridente; brilhava incansável, no céu alegre, leve e repleto de nuvens brancas. Os pássaros felizes cantarolavam pelo ar.
NARRAÇÃO
Narrar é falar sobre os fatos. É contar. Consiste na elaboração de um texto inserindo episódios, acontecimentos.
A narração difere da descrição. A primeira é totalmente dinâmica, enquanto a segunda é estática e sem movimento. Os verbos são predominantes num texto narrativo.
O indispensável da ficção é a narrativa, respondendo os seus elementos a uma série de perguntas:
Quem participa nos acontecimentos? (personagens);
O que acontece? (enredo);
Onde e como acontece? (ambiente e situação dos fatos).
Fazemos um texto narrativo com base em alguns elementos:
O quê? – Fato narrado;
Quem? – personagem principal e o anti-herói;
Como? – o modo que os fatos aconteceram;
Quando? – o tempo dos acontecimentos;
Onde? – local onde se desenrolou o acontecimento;
Por quê? – a razão, motivo do fato;
Por isso: – a conseqüência dos fatos.
No texto narrativo, o fato é o ponto central da ação, sendo o verbo o elemento principal. É importante só uma ação centralizadora para envolver as personagens.
Deve haver um centro de conflito, um núcleo do enredo.
A seguir um exemplo de texto narrativo:
Toda a gente tinha achado estranha a maneira como o Capitão Rodrigo Camborá entrara na vida de Santa Fé. Um dia chegou a cavalo, vindo ninguém sabia de onde, com o chapéu de barbicacho puxado para a nuca, a bela cabeça de macho altivamente erguida e aquele seu olhar de gavião que irritava e ao mesmo tempo fascinava as pessoas. Devia andar lá pelo meio da casa dos trinta, montava num alazão, trazia bombachas claras, botas com chilenas de prata e o busto musculoso apertado num dólmã militar azul, com gola vermelha e botões de metal.
(Um certo capitão Rodrigo – Érico Veríssimo)
A relação verbal emissor – receptor efetiva-se por intermédio do que chamamos discurso. A narrativa se vale de tal recurso, efetivando o ponto de vista ou foco narrativo.
Quando o narrador participa dos acontecimentos diz-se que é narrador-personagem. Isto constitui o foco narrativo da 1ª pessoa.
Exemplo:
Parei para conversar com o meu compadre que há muito não falava. Eu notei uma tristeza no seu olhar e perguntei:
- Compadre por que tanta tristeza?
Ele me respondeu:
- Compadre minha senhora morreu há pouco tempo. Por isso, estou tão triste.
Há tanto tempo sem nos falarmos e justamente num momento tão triste nos encontramos. Terá sido o destino?
Já o narrador-observador é aquele que serve de intermediário entre o fato e o leitor. É o foco narrativo de 3ª pessoa.
Exemplo:
O jogo estava empatado e os torcedores pulavam e torciam sem parar. Os minutos finais eram decisivos, ambos precisavam da vitória, quando de repente o juiz apitou uma penalidade máxima.
O técnico chamou Neco para bater o pênalti, já que ele era considerado o melhor batedor do time.
Neco dirigiu-se até a marca do pênalti e bateu com grande perfeição. O goleiro não teve chance. O estádio quase veio abaixo de tanta alegria da torcida.
Aos quarenta e sete minutos do segundo tempo o juiz finalmente apontou para o centro do campo e encerrou a partida.
FORMAS DE DISCURSO
Discurso direto;
Discurso indireto;
Discurso indireto livre.
DISCURSO DIRETO
É aquele que reproduz exatamente o que escutou ou leu de outra pessoa.
Podemos enumerar algumas características do discurso direto:
- Emprego de verbos do tipo: afirmar, negar, perguntar, responder, entre outros;
- Usam-se os seguintes sinais de pontuação: dois-pontos, travessão e vírgula.
Exemplo:
O juiz disse:
- O réu é inocente.
DISCURSO INDIRETO
É aquele reproduzido pelo narrador com suas próprias palavras, aquilo que escutou ou leu de outra pessoa.
No discurso indireto eliminamos os sinais de pontuação e usamos conjunções: que, se, como, etc.
Exemplo:
O juiz disse que o réu era inocente.
DISCURSO INDIRETO LIVRE
É aquele em que o narrador reconstitui o que ouviu ou leu por conta própria, servindo-se de orações absolutas ou coordenadas sindéticas e assindéticas.
Exemplo:
Sinhá Vitória falou assim, mas Fabiano franziu a testa, achando a frase extravagante. Aves matarem bois e cavalos, que lembrança! Olhou a mulher, desconfiado, julgou que ela estivesse tresvariando”. (Graciliano Ramos).
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sábado, novembro 13, 2010

POESIA DA ALUNA DO 6º ANO DA E.E.AURÉLIO PIRES...

AMIZADE


Quero que nossa amizade continue assim...
Importante como a vida,
Grande como o oceano,
Suave como a brisa,
Livre como um pássaro,
Bonita como o céu,
Inesquecível como uma lembrança.
Forte como uma oração,
Misteriosa como o mundo,
Viva como Deus...
Que os verdadeiros amigos permanecem,
Que a dor fortalece,
Aprendi que sonhar não é fantasia,
Que a beleza não está no que vemos
E que o segredo da vida é viver intensamente.

                Aluna : Amanda Tamires