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sexta-feira, dezembro 04, 2009

MENSAGEM PARA REFLEXÃO

Professores há os milhares. Mas o professor é profissão, não é algo que se define por dentro, por amor. Educador, ao contrário, não é profissão, é VOCAÇÃO. E toda vocação nasce de um grande amor, de uma grande esperança.”.

MENSAGEM CHEIA DE SAUDADES...


  SAUDADES...SAUDADES...SAUDADES...


   PRIMEIRAMENTE AGRADEÇO AO NOSSO PAI CELESTIAL PELA FORÇA, GARRA , CORAGEM, DETERMINAÇÃO...


PELA SECRETÁRIA DE EDUCAÇÃO MAÍSA PELA CONFIANÇA DEPOSITADA EM MIM ...


A DIRETORA  DA ESCOLA JOVIANO DE AGUIAR DIONE MALAQUIAS , OBRIGADA  PELO APOIO E PELO ESPAÇO PARA ACONTECER NOSSOS ENCONTROS ... AH ! E PELO LANCHE MARAVILHOS...


A DIRETORA ALICE , PELO  LANCHE  GOSTOSO ...


PELO MEU MARIDO E FILHOS PELO INCENTIVO E COMPREENSÃO ...


MINHA COLEGA DE JORNADA A ELIZANGELA ( FORMADORA DE MATEMÁTICA ) OBRIGADA PELO INCENTIVO , PELOS MOMENTOS DE RISO E ACIMA DE TUDO PELA COMPANHEIRA SEMPRE PRESENTE...


 O GESTAR II? A EMOÇÃO É MAIS FORTE DO QUE AS PALAVRAS...NÃO CONSIGO COLOCAR O TUDO QUE O GESTAR II  REPRESENTOU , REPRESENTA E REPRESENTARÁ PARA MIM E MEUS ALUNOS.


O GRUPO DE FORMADORES ??????????? SE FOSSE FALAR DE CADA UM , TENHO CERTEZA QUE AS LÁGRIMAS IMPEDIRIAM...


A NOSSA COORDENADORA GUIANA? SEM COMENTÁRIOS... PERFEITA


A CIDADE , MONTES CLAROS? FICARÁ SAUDADES... AMEI...


O APRENDER , O CRESCER  E A EXPERIÊNCIA ?  100% APROVADO


MINHAS CURSISTAS? APRENDI  DEMAIS... OBRIGADA TAMBÉM PELA CONFIANÇA E SEGURANÇA QUE DEPOSITARAM EM MIM...


MEUS ALUNOS? OBRIGADA PELAS MARAVILHOSAS OFICINAS.




"TUDO QUE FAZEMOS COM AMOR  O RESULTADO SEMPRE SERÁ  BOM."

TP06 - UNIDADES 23 E 24...

OFICINA 12: Da produção de textos à literatura para adolescentes.





Nossa última oficina da TP6 aconteceu na E.E.Joviano de Aguiar às 17h do dia 03/12/2009 e teve início com a leitura e reflexão do texto “Reciclagem da Vida”. Cada cursista, apresentou seu ponto de vista sobre o texto e suas considerações sobre a vida e a carreira profissional. Esta troca de impressões é muito valiosa para o trabalho do Gestar II. Primeiro, precisamos conhecer a pessoa,para, num segundo momento conhecermos o profissional.



No primeiro momento, avaliamos o estudo da referida TP6 e entendemos ser de relevada importância o seu conteúdo devido ao fato da questão “Revisão e edição” de textos ser o nosso maior entrave. A TP esclareceu alguns pontos e as discussões com os cursistas na oficina abriram espaços para troca de experiências bem sucedidas, dificuldades encontradas e levantamento de questões que julgamos importantes. 
Cada cursista apresentou uma forma particular de lidar com a produção textual do aluno. Os relatos apontaram soluções para alguns casos: fragmentar o texto do aluno, com o seu consentimento, levá-lo a público e proceder a uma revisão coletiva surte efeito momentâneo, mas a longo prazo, não se percebe o resultado. Revisar o texto do aluno em sua carteira exige um desdobramento quase mágico, tendo em vista a quantidade de alunos em sala aguardando a sua vez.Nas turmas menores esta prática se torna inviável, pois a falta de maturidade e até de paciência, levam os alunos a
 uma inquietação constante.



Percebemos que há uma dúvida generalizada com relação à correção e revisão do texto, uma vez que não há técnicas nem metodologias que atendam à classe de maneira abrangente. O máximo que conseguimos fazer é revisar (com o aluno) o seu texto e de mais alguns. Ficam sempre textos importantes que mereceriam uma assistência maior e um método que fizesse com que o aluno apreendesse para o futuro, o que, muitas vezes não ocorre.



As estratégicas utilizadas para revisão e edição de textos em nossas escolas nem sempre são eficazes, pois nunca atendem à complexidade e diversidade das produções individuais dos alunos. Quando desenvolvemos uma atividade de produção coletiva, é mais fácil desenvolvermos um método de revisão porque os problemas parecem iguais. Quando se trata, porém, de textos individuais, o problema de um aluno pode não ser do outro. Essa revisão, portanto, leva tempo, e nem sempre o aluno apreende o conhecimento necessário para posteriormente produzir com mais qualidade. Esta revisão é muito mais paliativa e momentânea do que eficaz e duradoura. sem contar que é humanamente impossível atender a todos com o tempo escaso e o acúmulo de atividades nas nossas escolas.



A revisão textual é importante para o processo de letramento e contribui para que o aluno perceba os elementos de coesão e coerência possa fazer uso deles sempre que necessitar.



Como corrigir e revisar o texto do aluno? Como fazer deste mesmo aluno, um ser consciente desse processo? O que fazer para que ele tenha uma produção textual cada vez melhor estruturada e com menos problemas ortográficos e de coesão? Não temos fórmulas. Respostas, algumas. Tentativas, inúmeras. Umas vão dando certo ao longo do processo. Outras vão sendo descartadas à medida que novas ideologias vão aparecendo e se fortalecendo.



Ouvindo os cursistas do nosso município pude perceber esta angústia. Apesar de analisarem os textos dos alunos, quase sempre a revisão é feita por amostragem, o que não “resolve” problemas como ortografia, acentuação, concordância verbal e nominal e outros elementos estruturais importantes. Vemos no trabalho de análise, reflexão, pesquisa e prática diferenciada do Gestar II, em especial, nesta parte do programa, uma proposta para ser desenvolvida a longo prazo. Não dá para percebemos agora os resultados da forma como desejamos.



A realidade de nossas salas de aula ainda não possibilita uma revisão textual coerente e significativa tendo em vista a quantidade de alunos em sala e de textos que, normalmente são levados para casa para uma análise, prática que, talvez não alcance nossos reais objetivos no processo de revisão.



Marcar o texto do aluno ainda é prática de muitos professores, mas entendemos que esta atitude ainda não resolve os problemas existentes. Corrigir o texto e devolvê-lo ao aluno pode deixá-lo constrangido e com baixa auto-estima, além de deixar o problema estagnado. Para o professor talvez seja importante, pois ele percebe em que estágio de aprendizagem o aluno está para avaliar e tomar as devidas providências.



A revisão do texto, de acordo com depoimentos de nossos cursistas ainda é uma incógnita, pois cada um faz do jeito que acha melhor sem contudo, tornar o aluno mais crítico, mais leitor e mais preparado para futuras e bem elaboradas produções.



Foi uma discussão acirrada, exatamente pelo fato de ser polêmica enão estar fechada em seus conceitos e métodos.



Após esta reflexão, os cursistas apresentaram trabalhos realizados pelos alunos e pudemos perceber que, apesar de problemas na produção, o desenvolvimento dos alunos tem melhorado gradativamente.



Quando ao trabalho com literatura para adolescentes, fizemos alguns questionamentos. Ainda há a prática de determinar títulos a serem lidos pelos alunos e propostas de avaliação que vão desde fichas de leitura até questionários para serem cobrados m provas. Tudo ainda é válido, mas não podemos nos esquecer de que para despertar o gosto pela leitura, a escola precisa encontrar alternativas que desperte, nos adolescentes, a leitura pelo prazer.



A TP6 sugere (e muitos professores já fazem assim) que a leitura seja um momento de busca pela satisfação e prazer de ler. É claro que nem tudo na vida é prazeroso e a leitura pode ser torturante quando não é bem direcionada. Mas os professores têm buscando formas de tornar a prática de leitura de livros literários um momento diferente, criativo, prazeroso e que tenha efeitos questionadores e reflexivos. Apresentaram mais de 20 sugestões de obras e suas experiências em sala de aula, despertando nos colegas o desejo de ler. Entre as sugestões dadas, citaremos algumas: dividir o livro em capítulos de modo que cada equipe leia uma parte. No dia da apresentação, uma equipe completará a seqüência. Todos desejarão ouvir para saberem o desfecho do livro. Sugeriram ainda a apresentação do livro em forma de teatro. Deixar que os alunos escolham o livro que desejarem também foi uma experiência bem sucedida. A forma de “cobrar” esta leitura pode variar. É só deixar a criatividade funcionar.



O estudo da TP 6 foi muito rico e deu um suporte bastante significativo para a nossa prática de leitura, produção e revisão de textos. Por aqui findamos o trabalho com as TPS, mas com certeza continuaremos com a proposta do gestar II no ano que vem.Foi um aprendizado e uma experiência e tanto para mim e minhas cursistas...




OBS: Neste dia , infelizmente minha máquina pifou  logo na hora das fotos e foi impossível tirar fotos...( mas tudo bem , o importante é que aconteceu e foi muito gratificante essa unidade.)


terça-feira, dezembro 01, 2009

Apresentação dos trabalhos do gestar II em Montes Claros...


MENSAGEM PARA REFLEXÃO...



Professores há os milhares. Mas o professor é profissão, não é algo que se define por dentro, por amor. Educador, ao contrário, não é profissão, é VOCAÇÃO. E toda vocação nasce de um grande amor, de uma grande esperança.”.

segunda-feira, novembro 30, 2009

RELATÓRIO DA OFICINA 11 - UNIDADES 21 E 22 DA TP 6

Dia 27/11/2009 de dezembro de 2009aconteceu  mais um encontro do Gestar II no município de Gouveia. O encontro aconteceu na E.E Joviano de Aguiar às 18h .Iniciamos a  TP 6 que tem  como eixo central o estudo da leitura e processos de escrita, assunto estudado anteriormente, que retorna agora desenvolvendo uma discussão sobre a argumentatividade na linguagem e também retomando a reflexão sobre as práticas de escrita e leitura.Apesar de argumentar a todo momento, ao ver esse assunto sistematizado na TP 6, apresentando a organização textual que tem por finalidade convencer/persuadir o interlocutor, a diversidade de maneiras que temos para atingir o objetivo de convencer alguém de alguma idéia e mesmo alguns defeitos nos textos argumentativos, percebi que esse assunto é bastante complexo e merece uma atenção especial. Por isso, na primeira parte da oficina fizemos um estudo do texto "Ampliando nossas referências" e discutimos as formas como a argumentação vem sendo trabalhada em sala de aula.A princípio, os professores afirmaram ter familiaridade com esse tipo textual, mas perceberam que o trabalho em sala de aula, muitas vezes, não surte o efeito desejado, já que muitos alunos tem grandes dificuldades em se expressar ou se posicionar diante de qualquer assunto, principalmente no que se refere ao texto escrito.Uma sugestão que foi apontada durante essa discussão para trabalhar a argumentação em sala de aula foi iniciar com argumentação oral, escolhendo temas de interesse dos alunos em que eles precisem se posicionar. Temos como exemplo as regras de cada escola, como uso do boné em sala de aula, obrigatoriedade do uniforme, proibição de namoro nas dependências da escola, enfim, um série de outras questões que permeiam o ambiente escolar. No início, pode-se trabalhar apenas a argumentação oral e depois, passar para a argumentação escrita, sugerindo, inclusive, a criação de um manual do estudante, estatuto escolar, etc.Na segunda parte da oficina, socializamos as atividades desenvolvidas no "Avançando na prática", que contemplava o planejamento da atividade até a avaliação. Aproveitei para alertá-los sobre a importância do planejamento para estudo dos cadernos do Gestar e preparação das atividades com os alunos, pois sei das inúmeras atividades que eles desenvolvem paralelamente ao Gestar, mas se houver organização e planejamento o tempo é suficiente para tudo. Os cursistas que apresentaram seus trabalhos escolheram trabalhar com o Avançando na prática que pedia ao alunos que relatassem um dia inesquecível em suas vidas, explicando o motivo. Ao analisar os textos produzidos, os professores preocuparam-se em observar a coerência e a coesão textuais, explicando aos alunos como revisar seu texto.Durante o relato das experiências, percebemos que a proposta das unidades estudadas era mostrar elementos de reflexão e estratégias de atuação em sala de aula, relacionados ao processo de planejamento textual.A atividade prática direcionada aos cursistas também estava relacionada ao processo de planejamento e revisão de texto. Como material de apoio, os cursistas tinham o trecho inicial do texto Espírito carnavalesco, de Moacyr Scliar, e deveriam dar continuidade a ele, em grupo, preocupando-se em anotar os procedimentos e tomadas de decisões produzidos durante a escrita.Por incrível que pareça, o início do texto levou-os a tomar um mesmo rumo,escrevendo finais semelhantes para a história. Durante a explicação dos procedimentos utilizados  para dar continuidade ao texto, os professores citaram a análise mais aprofundada do texto que já o direcionava para o final pretendido, como o título ("Espírito carnavalesco"). Diante desse título, os cursistas acharam justo que o marido caísse no samba ao invés de ficar em casa aguentando as reclamações de sua esposa. Outro fator para o qual eles atentaram foi o humor que deveria estar presente no desfecho do texto.Após essa atividade, fizemos à avaliação da oficina e chegamos à conclusão de que atingimos o objetivo que era identificar estratégias relacionadas ao planejamento e à revisão durante a escrita de textos.No momento final da oficina, apresentei aos cursistas as próximas unidades a serem estudadas: a unidade 23, que dá continuidade à prática de textos escritos, percorrendo as etapas de planejamento, escrita, revisão e edição textual; e a unidade 24, que vem falar sobre a literatura para adolescentes.



FOTOS DAS CURSISTAS NA PRIMEIRA ETAPA DE AVALIAÇÃO DO GESTAR II...MUNICÍPIO DE GOUVEIA...