Ocorreu um erro neste gadget

quarta-feira, março 03, 2010

OS ALUNOS DO 7º ANO DA ESCOLA E.E.AURÉLIO PIRES ESTÃO LENDO O LIVRO QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO...


Comentários sobre o Livro “Quem mexeu no meu queijo”


O objetivo principal é auxiliar os líderes em suas diversas atividades a fim de que, apresentem mais frutos para o Senhor Jesus nestes dias que antecede a sua volta ao mundo para arrebatar os seus escolhidos da grande tribulação.
COMENTÁRIOS SOBRE O LIVRO “QUEM MEXEU NO MEU QUEIJO”

COMO OS EVANGÉLICOS DEVEM LIDAR COM AS MUDANÇAS

Introdução

Este livro apresenta de uma forma ilustrada e descontraída uma maneira fantástica de lidar com as mudanças no nosso trabalho e na vida em geral. Li, reli e fiquei satisfeito com as colocações expostas neste livro as quais pude também compará-lo a luz da bíblia sagrada, por este motivo achei por bem criar este comentário para servir de apoio a todos os líderes, não importando qual função exerça ou qual trabalho desempenhe.
O objetivo principal é auxiliar os líderes em suas diversas atividades a fim de que, apresentem mais frutos para o Senhor Jesus nestes dias que antecede a sua volta ao mundo para arrebatar os seus escolhidos da grande tribulação.
O livro é original de Spencer Johnson e traduzido para o português por Maria Clara de Biase, é uma metáfora para o que queremos ter na vida, sendo um emprego, relacionamento, dinheiro, uma casa grande, liberdade, saúde, reconhecimento, bênçãos espirituais, funções ministeriais, e até dons espirituais.
O importante no decorrer da leitura dos textos que aqui estão apresentados é fazer uma reflexão focalizando a nossa principal área de atuação que poderá entrar em crise com as mudanças do dia a dia. As mudanças acontecem tão rapidamente em nossas vidas e temos que nos preparar para que elas não nos venha apanhar de surpresa, pois assim, poderemos salvar a nossa função profissional, o nosso casamento, a nossa vida financeira, atividades ministeriais e etc...
Os conhecimentos adquiridos neste texto deverão ser repassados para todas as pessoas que estão envolvidas em nossa área de atuação, para que haja um resultado mais satisfatório. Tais conhecimentos quando colocados em prática evita que determinadas situações no nosso ambiente de trabalho nos deixem traumáticos, ao invés disso vamos dar risos de nós mesmos pelo fato de passarmos por muitas mudanças com facilidade e domínio.
Esta história é dramatizada dentro de um Labirinto, o labirinto representa onde você gasta tempo procurando o que quer. Pode ser a organização em que trabalha, a sociedade em que vive ou os relacionamentos que tem em sua vida.
O importante é observarmos que o tema principal deste livro é MUDANÇA.

Exemplos de mudanças

Já no inicio do livro ainda na introdução, lemos sobre um jornalista esportivo nos Estados Unidos que era um bom comentarista de uma determinada modalidade esportiva, porém, foi determinado pelo seu chefe que ele estaria a partir daquela data a fazer comentários em outras modalidades esportivas que ele sequer conhecia, foi ai que começou as grandes dificuldades na vida dele, pois aderir a esta grande mudança estava praticamente fora do seu alcance, pensou em abandonar a carreira, ficou desmotivado. Ao ouvir a história do livro “Quem mexeu no meu queijo” tomou nova postura passou a colocar aquela técnica em prática, foi atrás de informações sobre as novas modalidades esportivas e se adaptou. Não demorou muito o seu chefe administrativo viu uma nova energia naquele funcionário e o colocou numa função maior que ele estava.
Por mais que as mudanças nos envolvam precisamos nos adaptar a elas, pois assim estaremos nos amadurecendo para enfrentar os novos desafios. Mesmo que não procuramos novos desafios, mas quando desempenhamos da melhor maneira aquilo que nos foi proposto, as melhores posições, os maiores desafios virão ao nosso encontro. Exemplo disso foi quando uma certa pessoa teve que deixar a vice-presidência da igreja e voltar a ser secretário, de momento não gostou da mudança, mas se esforçou o máximo para desenvolvê-la da melhor maneira possível, teve o retorno, depois de um ano e três meses foi convidado para liderar uma igreja.
Exemplo de crescimento nós observamos na igreja liderada pelo pastor David (Paul) Young Cho na Coréia do Sul, onde ele mudou os métodos e técnicas tradicionais de administrar uma igreja, com esta visão futura soma-se hoje a maior organização evangélica da Coréia e do mundo. E os seus métodos foram simples, porem, eficazes. Falar sobre a mudança foi o ponto chave, ele conseguiu contaminar a todos com a sua visão e o resultado não foi outro senão ficar felizes.

Qual o motivo de tantas mudanças?

Por que tudo muda. A nova forma de administrar uma empresa hoje deu lugar a pessoas flexíveis, as empresas familiares estão se acabando, por isso adaptarem-se as mudanças é uma condição indispensável para a sobrevivência de pessoas e organizações. Devemos incentivar as pessoas a sempre estar mudando em busca do melhor seja em qual área for da sua vida, quando a velocidade da mudança aumenta, mais do que nunca todos nós precisamos nos adaptar. Existe uma velha crença que diz “Em time que esta ganhando não se mexe”, hoje esta crença já caiu, em time que está ganhando se mexe sim, para que continue sempre ganhando e de forma sempre expressiva.
As mudanças inesperadas – no trabalho ou na vida – podem , como você sabe, ser estressantes, a menos que tenhamos um modo de encará-las que nos ajude a compreendê-las.
O livro “Quem mexeu no meu Queijo” relata a história de uma reunião promovidas por antigos colegas de turma que falam sobre a tentativa de lidar com as mudanças que estão ocorrendo em suas vidas. E isto é o que acontece conosco quando encontramos um velho amigo nosso de colégio, e perguntamos como ele vai e começamos a recordar o nosso tempo de juventude.
É ai que sempre escutamos o outro dizer: A minha vida mudou bastante!, uns falam em melhorias que tiveram em suas vidas e outros dizem de períodos mais difíceis, uns encaram as mudanças com mais coragem e outros são atropelados pelas mudanças. Isso ocorre porque existe o medo das mudanças, não estão preparados para quando ela chegar em suas vida, são pegos de surpresa.
As mudanças acontecem em alta velocidade, isto faz parte do sistema de vida do ser humano, é questão de sobrevivência, um dos participantes daquela reunião dizia que, quando havia uma grande mudança em seus negócios, não sabía como lidar com isto. Por isso, não fazia nada diferente, e quase sempre perdia. Foi assim, até que ele ouviu esta história engraçada e tudo mudou.

Uma história engraçada

Num determinado lugar, havia quatro pequenos personagens que corriam através de um labirinto à procura de queijo (alimento que eles precisam para viver), no nosso contexto simboliza a nossa vida terrena sempre estamos correndo atrás de algo, sempre temos alguma coisa para fazer ou resolver, se ficarmos parados com certeza não estaremos conseguindo atingir os nossos objetivos na vida.
Dois destes personagens eram ratos e dois eram duendes, eles se pareciam muito com as pessoas de hoje, e agiam como elas. O labirinto era um emaranhado de corredores e divisões, algumas contendo um queijo delicioso. Mas também havia cantos escuros e becos sem saída. Era um lugar fácil para se perder.
Por sua vez podemos comparar este labirinto com a nossa trajetória do dia a dia, estamos sempre a procura do que precisamos para a nossa estabilidade, para nos enchermos de alegria, tanto diante das coisas materiais, o conforto que almejamos, como também para sermos úteis para o próximo, assim como a paz interior e maior dedicação a nossa vida espiritual. Às vezes não acontece o que esperamos, ficamos patinando neste labirinto pra lá e pra cá e nada de chegarmos ao objetivo que tanto queremos, traçamos para nós um projeto que ao nosso ponto de vista parece infalível, porém, quando menos esperamos estamos adentrando em becos escuros e tenebrosos.
Contudo, para aqueles que encontram o caminho correto, o labirinto tinha segredos que lhes permitiam ter uma vida melhor. É claro que mediante os nossos esforços humanos, nós sempre nos encontramos em algum lugar que parece ser seguro, que nos trás estabilidade; isto dizendo, por exemplo: quando assumimos uma posição privilegiada no nosso ministério eclesiástico, quando casamos com a pessoa que amamos, quando somos contratados por uma empresa para ter um bom salário, quando temos as nossas finanças equilibradas, quando somos alegres por tudo que acontece ao nosso redor.
Isto é uma realidade, quando nos sentimos seguros e estabilizados, sempre relaxamos naquele pensamento “o que preciso melhorar”, o que preciso mudar para fazer o melhor. É normal nos acomodarmos, o problema desta acomodação é que não olhamos para as mudanças que estão acontecendo ao nosso derredor.

A alegria passageira
Foi exatamente o que aconteceu com aqueles duendes e com aqueles pequenos ratinhos, aprenderam o caminho para o queijo, todos os dias iam para aquele local sentindo grande segurança naquela conquista, iam sempre por aquele caminho, sem olhar para os lados.
Os duendes não estavam nem um pouco preocupado, tanto que passaram chegar mais tarde naquele lugar, por que diziam, “aqui tem queijo suficiente para nos alimentar sempre”, estavam tão obscurecidos pela sua conquista que se sentiam felizes, realizados e bem-sucedidos. Decidiram então a mudar-se mais perto daquele local no labirinto, criaram ali uma vida social ao seu redor. É o que fazemos por uma vida estabilizada, buscamos manter o conforto, estarmos mais perto daquela rotina do nosso dia a dia, mudamos os nossos costumes e usos, a nossa vida social muda, os nossos recursos mudam, podemos dizer como disseram aqueles duendes “Ter queijo nos faz feliz”.
O interessante deste trabalho de Spencer Johnson é que ele relata que os duendes sentiam orgulho em estar desfrutando daquele momento de “prosperidade” na vida deles, ficaram até arrogantes e zombavam dos seus colegas, por estarem por cima. Logo eles passaram a se sentir tão tranqüilos que nem mesmo perceberam o que estava acontecendo.

Quem mexeu no meu queijo?
Como sabemos que as coisas mudam, um dia eles foram surpreendidos com uma grande mudança, o queijo havia desaparecido. Enquanto isto, os dois ratinhos não ficaram surpresos, desde que perceberam que o estoque estava diminuindo a cada dia, prepararam-se para o inevitável e sabiam instintivamente o que fazer. Para eles o problema e a solução eram simples. A situação naquele local do labirinto havia mudado. Por isso, decidiram mudar.
Quando não prestamos a atenção às pequenas mudanças que ocorrem diariamente, temos por certo que o queijo sempre estará lá, como pensavam aqueles duendes, eles não estavam preparados para o que descobriram, que alguém havia mexido no queijo deles.
O mais difícil depois que perdemos o senso do negócio é enfrentar a situação, às vezes chegamos até “sair do ar”, lastimando um para o outro que aquilo não poderia acontecer!, ou senão, como isto aconteceu? Encontrar queijo era o seu modo de obter o que achavam que os tornaria felizes. Para alguns, encontrar queijo era ter coisas materiais. Para outros era ter boa saúde, ou uma sensação de bem-estar espiritual.
Encontrar queijo para os duendes significava apenas sentir-se seguro, ter um dia uma família amorosa e viver em um chalé confortável, significava alcançar o sucesso, ser responsável por outras pessoas e ter uma grande casa no topo de uma colina. Para nós encontrar o queijo é estarmos desfrutando também de delícias citadas neste texto.
Todos nós sabemos que o queijo é importante, quando o perdemos passamos muito tempo tentando decidir o que fazer. Tudo o que muitos podem fazer e pensar, é ficar olhando e esperando uma nova oportunidade aparecer, desconsolados, amedrontados, desanimados.

A decisão dos ratinhos e a indecisão dos duendes
A história nos diz que os dois ratinhos seguiam rapidamente em frente, enquanto que os duendes continuavam indecisos o que iam fazer. Eles reclamavam da injustiça daquilo tudo, começaram a ficarem deprimidos, eles fizeram planos para o futuro baseado naquele queijo. Os duendes não conseguiram acreditar naquilo. Como podia ter acontecido? Ninguém os prevenira. Não estava certo. Não era assim que as coisas deviam ser. Chegaram a dizer que quanto mais importante seu queijo é, menos você deseja abrir mão dele.
A situação não mudara. Realmente o queijo desaparecera. Não queria admitir que o estoque havia pouco a pouco diminuído. Acreditava que tinha sido subitamente tirado do lugar. Um dos duendes por nome Hem várias vezes analisou a situação e finalmente seu cérebro complicado com seu enorme sistema de crenças assumiu o comando.

O que fazer quando o tapete for puxado
Como é interessante compararmos aquela rotina dos duendes com a nossa, não somos diferentes quando deparamos com as mesmas condições, quando o nosso tapete é puxado ou somos re-posicionado em nossas áreas de atuação nos sentimos inconfortáveis, mal acomodado, pois teremos que acostumar a mudança e isso nos irrita. Se este caso estiver ocorrendo com você o melhor caminho para enfrentá-lo com certeza e colocar o cérebro para funcionar e partir para a luta, assumir o comando, procurar se preparar para a nova função que lhe foi proposta ainda que não seja o seu forte, aquilo que você estava esperando. Talvez você tenha que aprender de novo, mudar as suas crenças, fazer com que os seus envolvidos mudem também, refazer a sua vida social ou espiritual em torno daquela mudança.
Por sermos capacitados com entendimento nós merecemos o melhor para nós, às vezes por desprezarmos detalhes tão pequenos hoje, perecemos amargamente amanhã, isto dizendo em toda a nossa vida, seja na sentimental, na de fé, na profissional, na financeira, na social e muitos outros lugares.
Talvez devêssemos parar de analisar tanto a situação negativa que nos tem rodeado e ir procurar um novo queijo, ou seja, uma nova oportunidade de crescimento, de desenvolvimento para nós. Passemos a partir deste instante que estamos refletindo sobre este assunto, a não pensar em outra coisa a não ser encontrar meios para encararmos um novo desafio que está sendo proposto a nós neste momento.

A grande descoberta dos ratinhos
Os dois ratinhos logo após notarem que não havia mais comida naquele ponto do labirinto saíram farejando um outro local do labirinto onde pudessem novamente se sentir felizes. Durante algum tempo não encontraram nenhum, até que finalmente entraram em uma área do labirinto onde nunca haviam estado. Eles chiaram de alegria. Descobriram o que estavam procurando: um grande estoque de um novo queijo.
Nesse meio tempo, os duendes ainda estavam naquele ponto antigo do labirinto analisando a situação. Agora sofriam os efeitos da falta do queijo, estavam ficando frustrados e irritados, culpando um ao outro pelo que acontecera.
Um dos duendes preferia ficar naquele local mesmo sabendo que ali não tinha jeito, ele dizia que aquele que sumiu com o queijo poderia trazer de volta, além disso, aquele lugar era confortável e familiar e lá fora no labirinto poderia ser perigoso, porém o outro, tentava lhe provar o contrário, que já haviam outras vezes corrido pelo labirinto e que poderiam correr novamente.
A lição que tiramos deste exemplo é que sempre temos que estar dispostos a andar no labirinto, pois as mudanças surgem tão rapidamente, que não conseguimos encontrar a estabilidade que tanto desejamos, às vezes achamos que estamos velhos e não temos mais disposição para isto, quando assim pensamos, realmente ficamos no mesmo lugar e não evoluímos a nossa capacidade. Não devemos ficar na nossa posição de conforto, olhando o que vai acontecer, temos que nos antecipar as situações, para que não seja grande o estresse, e não percamos o controle da situação.

Haw riu de si mesmo
Após alguns dias, de repente, Haw o outro duende começou a rir de si mesmo, por estar fazendo sempre as mesmas coisas e se perguntando por que elas nunca melhoravam. Ele não gostava da idéia de ter de correr de novo pelo labirinto. Mas teve de rir de sua insensatez quando percebeu o que o medo estava fazendo com ele. Disse Haw. – Eu também não queria aceitar esse fato, mas agora percebo que o velho queijo nunca reaparecerá. É hora de procurar o novo queijo.
Então ele pensou em encontrar o Novo Queijo e em tudo de bom que adviria disso, e reuniu coragem e pensou, a vida segue em frente, e nós também deveremos fazer o mesmo. Libertou-se da sua velha crença e decidiu que realmente precisava voltar para o labirinto, pois se tratada naquele momento de vida ou morte, pelo que ele disse se você não mudar, morrerá.
Temos que rir de nós mesmo em determinado momento por demorarmos tanto tempo para tomarmos uma decisão que vai nos proporcionar efeitos positivos em toda nossa vida, temos que estar atentos, quando decidimos algo mais cedo os nossos resultados são melhores ainda, imagine o que nós conseguiríamos se não tivéssemos tanto medo. É claro que a nossa caminhada a procura de um novo desafio é muito mais difícil, porque estávamos acostumados com a nossa rotina diária. Quando adaptamos mais cedo à mudança as coisas se tornam mais fáceis.

A nova experiência no Labirinto
Sempre que Haw o duende começava a ficar desencorajado no labirinto, lembrava-se do que estava fazendo, independente do quanto fosse desagradável no momento, na verdade era muito melhor do que ficar sem queijo. Estava assumindo o controle, em vez de simplesmente deixar que as coisas lhe acontecessem, agora se dava conta de que a mudança provavelmente não o teria apanhado de surpresa se ele tivesse observado o tempo todo o que estava acontecendo, e tivesse antecipado.
Ele passou a acreditar que se deve cheirar o queijo com freqüência para saber quando esta ficando velho. Precisamos adquirir este senso de observar com freqüência tudo o que esta ao nosso derredor e fazer uma avaliação o que está preste a mudar, ou o que não deve mudar, assim poderemos estar preparados para que nada nos pegue de surpresa.
Haw olhou para o corredor escuro e teve consciência do seu medo. O que havia à sua frente? O corredor estava vazio? Ou pior, havia ali perigos ocultos? Ele começou a imaginar todos os tipos de coisas assustadoras que poderiam acontecer-lhe. Estava apavorado. Então riu de si mesmo. Percebeu que seus temores estavam tornando as coisas piores. Então fez o que faria se não tivesse medo. Seguiu em uma nova direção.
Estava se libertando e acreditando que havia algo de bom à sua frente, embora não soubesse exatamente o que era. Para surpresa sua, começou a gostar cada vez mais do que estava fazendo. “Por que eu me sinto tão bem?”, perguntou-se. “Não tenho nenhum queijo e não sei para onde estou indo”.
Quando entramos no labirinto para procurar desesperadamente algo que perdemos devido a uma mudança, a nossa corrida por ele é mais prejudicada, estamos mais fracos, desanimados, lembrando das coisas que perdemos ou ficaram para trás, agora quando entramos neste labirinto para procurar por um queijo novo, ou melhor, estamos antecipando os reflexos de uma mudança drástica que poderá ter em nossa vida, provavelmente os reflexos serão menores.

Quando vencemos o nosso medo sentimos liberdade
Quando Haw venceu o seu medo ele se viu em grandes detalhes, sentado no meio de uma pilha de todos os seus queijos favoritos, ele se via comendo os muitos queijos de que gostava, e gostou do que viu. Então imaginou o quanto apreciaria todos os seus ótimos sabores. Quanto mais claramente ele via a imagem do Novo Queijo, mais real se tornava, e mais sentia que iria encontrá-lo.
Se vencermos os medos dos novos desafios e prosseguirmos avante com certeza estaremos vendo a nossa vitória bem de perto, teremos mais força para caminhar e buscar os ideais que queremos, isto em toda as áreas da nossa vida.

Imaginar saboreando o novo queijo antes mesmo de encontrá-lo nos conduz a ele
Foi isto o que disse aquele duende, só pelo fato de estarmos imaginando comendo um novo queijo, antes mesmo de encontrá-lo, isto nos conduz a ele, o interessante é pensar que eliminando o medo, temos força para continuar nossa caminhada, e depois de sair do medo podemos sentir a nossa vitória bem de perto, e a vitória que almejamos ou que necessitamos para nossa vida nos leva até ela.
Então Haw correu pelo labirinto com mais energia e agilidade. Logo avistou um Posto de Queijo e ficou animado ao notar pequenos pedaços do Novo Queijo perto da entrada e ao comê-los começou a recuperar suas forças. Ele percebeu que se tivesse saído de onde estava antes, poderia ter encontrado muito novo queijo ali.
O outro duende por nome Hem apreciou o gesto do amigo que lhe havia levado um pedaço de queijo, mas disse que não sabia se gostaria do Novo Queijo. Simplesmente não era aquele a que estava acostumado. Ainda iria esperar o Velho Queijo ser recolocado no Posto.
Para Hem era inadmissível aceitar aquela mudança, preferia passar fome e esperar o velho queijo reaparecer. Temos muitas vezes o mesmo conceito de Hem ao recusarmos uma mudança na nossa vida, ficamos parados no mesmo lugar aguardando que aquela situação se reverta e isto não acontece, colocamos em risco as nossas carreiras profissionais, espirituais, familiar e outras áreas. As nossas decisões precisam ser rápidas e certeiras.
Devemos perceber que aquilo que se teme nunca é tão ruim quanto se imagina. O medo que você deixa aumentar em sua mente é pior do que a situação que realmente existe. O simples fato de decidir que não deixaremos o medo nos parar, saber que temos tomado uma nova direção alimenta-nos e nos fortalece. Quando agimos desta maneira podemos saber que encontrar o que precisamos é apenas uma questão de tempo.
Quando percebemos também que é natural que a mudança ocorra continuadamente, sendo ou não esperada. Ela só poderá nos surpreender se nós não a esperá-la.

Velhas Crenças Não o Levam ao Novo Queijo
O duende sabia que quando você muda suas crenças, você pode mudar o que faz, porém se você acreditar que a mudança irá prejudicá-lo, com certeza você irá resistir a ela. Mudar a nossa crença é quando mudamos aquela velha maneira de pensar que havíamos cauterizado em nossa mente. Tudo depende daquilo em que escolhemos acreditar, se ficarmos presos nos pensamentos e crenças antigas viveremos derrotados e quando escolhemos acreditar que a mudança vai dar certo e quando esperamos a mudança, tudo está a nosso favor.
Temos que ter consciência e aceitar as mudanças mais cedo. Notar cedo as pequenas mudanças ajuda-nos a adaptar-se às maiores que ocorrerão.

A grande conquista de Haw
Àquela altura, Haw havia se libertado do passado e estava se adaptando ao futuro.
Ele continuou a percorrer o labirinto com maior força e velocidade. E não demorou muito para algo acontecer. Quando parecia que estava no labirinto havia uma eternidade, sua jornada terminou rápida e alegremente. Haw encontrou um Novo Queijo no Posto N! Quando entrou, ficou surpreso com o que viu. Em altas pilhas por toda a parte estava o maior.
Viva a Mudança!, gritou o duende Haw, festejando a sua conquista, ele percebeu que quando temera a mudança estivera mantendo a ilusão do Velho Queijo que não estava mais lá. Então o que o fez mudar? O medo de morrer de fome? Haw pensou: “Bem, isso ajudou.”
Tem muitas pessoas que só mudam quando a situação chega ao extremo, isto torna tudo mais difícil, mais desagradável, o modo de se adaptar é muito mais complicado do que se estive preparado para as alterações.
Então Haw riu e percebeu que começara a mudar logo que aprendera a rir de si mesmo e do que fizera de errado. Deu-se conta de que o caminho mais rápido para mudar é rir de sua própria insensatez – então você pode se libertar e seguir rapidamente em frente. Devemos assim como aquele duende refletir sobre os erros que cometemos no passado e usá-los para planejar seu futuro. Não precisamos complicar demais as coisas ou se confundir com crenças assustadoras. Pode notar quando as pequenas mudanças começam, para estar mais preparado para a grande mudança que pode ocorrer. Ele sabia que precisava adaptar-se mais rápido, porque se você não se adapta a tempo, talvez nunca venha a se adaptar.
Haw teve de admitir que o maior obstáculo à mudança estava dentro dele mesmo, e que nada melhoraria até ele mudar.
Devemos sempre levar em consideração: Que a mudança ocorre, que vão continuar a mexer no nosso queijo, que devemos se antecipar às mudanças devemos cheirar o queijo com freqüência para saber quando está ficando velho, que devemos adaptar-se rapidamente as mudanças, que quanto mais rápido você se esquece do velho queijo mais rápido pode saborear um novo, que devemos sair do lugar assim como o queijo. que devemos apreciar a mudança, sentir o gosto da aventura e do novo queijo, que devemos estar preparado para mudar quantas vezes forem necessária.
Todos os dias aquele nosso professor Haw inspecionava aquele ponto do labirinto para ver qual era a condição do seu queijo. Faria todo o possível para evitar ser surpreendido por uma mudança inesperada novamente.
Conhecemos e dominamos muito bem todas as áreas da nossa vida, quer seja: Familiar, profissional e espiritual; temos que examinar constantemente estas áreas e ver o que é que pode mudar, como sempre digo, tudo ao nosso lado muda, temos que nos preparar para estas mudança, não digo aceitá-las, no caso dos duendes no labirinto atrás do queijo eles não tinham alternativa, ou morriam de fome, ou iam atrás de comida em outro lugar. No nosso caso quem sabe se as mudanças não são oportunidades de crescimento para nós, quando o nosso tapete é puxado nos obrigamos correr atrás do prejuízo, é neste momento que podemos quem sabe fazer uma escolha do que realmente queremos para nós em todas as áreas da nossa vida. Ás vezes a nossa situação fica sem controle quando não estávamos nos preparando para esta mudança.
É claro que, o correto é estarmos sempre aprendendo, nos capacitando, e seguindo o que a lei de mercado exige: profissionais que tem prazer em ensinar, aprender e de se relacionar bem. Às vezes as mudanças são para a melhor e às vezes para a pior no sentido profissional, se somos um profissional exemplar naquilo que fazemos ou na atividade que exercemos, dificilmente estaremos regredindo de função, a não ser que seja extinta a função e somos lançados no mercado de trabalho novamente, porém, se continuarmos na mesma função e houver mudanças provavelmente será para a melhor, agora se não temos uma formação compatível com a profissão que exercemos estamos confinados a ver o nosso queijo sendo tomado de nós, ai não adianta chorar ou reclamar, é por isso, que devemos estar em constantes mudanças como diz aquele duende “estar cheirando o queijo constantemente pra ver se tem alguma mudança”. Que mudança poderia apresentar: As movimentações na carreira profissional ao nosso derredor, o relacionamento familiar abalado, problemas afetando a nossa área espiritual, se isto estiver acontecendo devemos agir (mudar) rapidamente se não seremos surpreendidos por mudanças drásticas.
Temos que contagiar os demais com esta forma de pensar, só assim teremos pessoas ao nosso lado profissional, familiar, igreja, e sociedade geral que serão vitoriosos em suas áreas de atuação. Quando conquistarmos o novo queijo, outros conquistarão conosco.

Comentários sobre o debate de alguns amigos

Muitos comércios e indústrias têm fechados suas portas por falta de mudança, os seus proprietários não enxergaram as mudanças a tempo e não tiveram como recuperar as suas percas, muitos profissionais perderam suas posições porque não atentaram para as mudanças e não procuram se especializar naquilo que faziam, muitos esposos e esposas perderam os seus cônjuges por não mudarem também e ocasionaram sérios problemas sentimentais, muitos líderes de igrejas e obreiros pararam no caminho em plena atividade por não terem se preparado melhor para desempenhar uma determinada obra. Há pessoas que nunca mudam. E elas pagam um preço por isso. Vejo muitas pessoas como Hem, elas acham que merecem o seu “Queijo” ou a sua função ou posição que exerce, ficam zangadas quando lhes é tirado e culpam os outros. E quanto mais ficam zangadas, mais adoecem.
Eu sei que nem sempre a mudança é boa, e algumas coisas nunca mudam. Por exemplo, eu não quero mudar os meus valores básicos. Mas percebo que me sairia melhor se tivesse ido procurar o “Queijo” muito mais cedo em minha vida.
Nós podemos usar isso até em nossa vida familiar. Nossos filhos podem achar que nada em suas vidas devem mudar. Podem ficar irritados quando lhes falamos sobre mudança. Creio que eles têm medo do que o futuro lhes reserva. Temos que pintar um quadro realístico do ‘Novo Queijo’ para eles.
Lembro-me de uma empresa que estava vendendo uma enciclopédia. Uma pessoa que trabalhava lá tentou dizer que deveriam colocá-la em um único CD de computador e vendê-la bem mais barato, porque seu custo seria muito menor e um número maior de pessoas poderia comprá-la. Mas todos resistiram a essa idéia. Porque achavam que, o que sustentava o seu negócio era o grande número de pessoas que realizavam vendas de porta em porta. Mantê-lo dependia das altas comissões que elas ganhavam com o nosso produto caro. Fazíamos isso com sucesso havia muito tempo e achávamos que continuaríamos fazendo eternamente. Eles não mudaram, mas um competidor mudou, e agora as suas vendas estão caindo muito. Provavelmente em breve estarão fora do negócio.
Muitos têm que abrir mão também do relacionamento familiar, o antigo comportamento não mudou e ficou insuportável de continuar, devemos procurar ter um modo melhor de pensar e agir.
Pare para pensar nisto, se todos nós tivéssemos ouvido essa história do queijo juntos, tomando uma xícara de chocolate quente, poderíamos ter evitado muito estresse em nossa família, em nossa igreja, em nosso serviço não é verdade. Para as crianças é claro que podemos lhe falar em uma versão ainda mais simples.
Quem sabe meu amigo se você contar esta história para um amigo que se encontra em situações idênticas, isto lhe será útil também, assim que ele aplicá-la a sua própria situação.
Bem, é hora de sairmos deste posto e procurar um novo queijo.

Copilado e editado pelo autor

Autor: Pb Antonio Valdecir Vera
Igreja O Brasil para Cristo em Lençóis Paulista SP
antoniovaldecirvera@yahoo.com.br.

Nenhum comentário: